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Forum > Direito do Consumidor > Leiam!!!Tedesco consórcios promete, não cumpre e lesa o consumidor!!!
UsuárioDiscussão
Dani
Postado em quarta-feira, 05 de novembro, 2003
Vejam o que a Tedesco Administradora de Bens/Consórcios fez com o meu irmão:

1) Meu irmão tinha a necessidade de adquirir um caminhão, visando utilizá-lo na prestação de serviços de transporte para uma empresa. Verbalmente o acordo já estava praticamente fechado, bastava que ele providenciasse o veículo para que fosse dado o início às suas atividades.

2) No dia 25 de janeiro de 2003, ele viu um anúncio no Jornal A Folha de São Paulo, anunciando um caminhão Volkswagen 17210, 2001/2002, com facilidades no plano de consórcio.
Manteve contato telefônico com a pessoa do anúncio, a pessoa responsável comunicou-lhe que já havia vendido o caminhão anunciado, mas que o apresentaria para um conhecido, e que essa pessoa poderia lhe oferecer um outro caminhão com as mesmas facilidades. Meu irmão agradeceu e comunicou que não havia interesse de sua parte, mas por educação, deixou o seu número de telefone para eventuais contatos.

3) No dia 30 de janeiro de 2003, o ele foi contatado por uma pessoa que se identificou como Sr. Humberto que, em princípio, disse ser vendedor da Tapajós Veículos e Caminhões, e ofereceu ao meu irmão uma proposta para que ele aderisse a um consórcio. Foi marcada uma reunião, que ocorreu na própria Tapajós para que fosse explicado a ele como funcionava o consórcio, tendo em vista o total desconhecimento de meu irmão sobre tal sistemática.

4) Meu irmão compareceu à reunião marcada pelo Sr. Humberto, na Tapajós Veículos e Caminhões, o qual explicou a ele o funcionamento do consórcio, que tratava-se de um consórcio de um caminhão, valor do bem/serviço de R$ 90.000,00 (noventa mil reais), parcela inicial no valor de R$ 986,40 (novecentos e oitenta e seis reais e quarenta centavos) e taxa de adesão no valor de R$2.700,00 (dois mil e setecentos reais) e que o consórcio teria o prazo de 200 (cem) meses.
Meu irmão achou a proposta interessante, porém não quis fazer negócio, pois precisava rapidamente do bem, devido a proposta de trabalho da empresa.
Foi assim, que o Sr. Humberto, ardilosamente, utilizando-se da boa-fé do meu irmão, da sua falta de conhecimentos sobre consórcios e da sua necessidade, o convenceu de que haviam “vários consorciados, considerados como investidores, que quando sorteados não optavam pelo crédito, ficando o mesmo disponível”. Afirmou ainda, “que bastava ele dar um lance na próxima assembléia/sorteio, para obter um desses créditos que encontravam-se disponíveis, e que ele(Sr. Humberto) garantia que isso ocorreria em no máximo 20 dias”, ou seja, em 20 dias meu irmão estaria com o bem em mãos.
Diante das facilidades e promessas apresentadas pelo Sr. Humberto, meu irmão fechou contrato, inicialmente com o Consórcio Mercabenco, pagando a quantia de R$ 3.686,00, referente a Taxa administrativa, adesão e parcela inicial, que foram pagas com cheque.
5) No dia seguinte o Sr. Humberto telefonou novamente para ele, informando que pelo Consórcio Mercabenco, não seria possível adquirir cotas disponíveis através do oferecimento de lance, e que o Consórcio Tedesco possuía uma maior facilidade, pois também possuíam consorciados investidores que não optavam pelo crédito, ficando o mesmo disponível aos lances ofertados. Propôs ao meu irmão as mesmas facilidades do primeiro contrato.
O primeiro contrato formalizado com a Mercabenco foi rasgado pelo Sr. Humberto, um novo contrato foi formalizado com a Tedesco Administradora de Bens, nas mesmas bases que o contrato anterior e com a mesma promessa de, após ser ofertado um lance, receber em 20 (vinte) dias o bem/crédito em mãos.

6) Passado os 20 (vinte) dias, nenhuma satisfação foi dada ao meu irmão, que, ao telefonar para o Sr. Humberto, recebeu a explicação de que precisaria de mais 7 dias (sete) para ser ofertado o lance e, conseqüentemente o recebimento do bem/crédito, e que, para tanto, o meu irmão necessitaria adquirir um novo consórcio, ou seja, fazer uma nova adesão, para poder dar um lance significativo, e assim poder retirar o bem/crédito, pois esses novos valores seriam incorporados à primeira proposta.
Diante das explicações do Sr. Humberto, o meu irmão elaborou um segundo contrato com a Tedesco Administradora de Bens, no valor de R$ 3.567,20 (três mil quinhentos e sessenta e sete reais e vinte centavos), o Sr. Humberto disse que o novo valor entraria como lance e o anterior como crédito, e que o bem sairia em no máximo 20 (vinte) dias.

7) Após, passado mais 20 (vinte) dias, nenhuma satisfação foi dada, o meu irmão não recebeu o seu bem, nem tampouco uma satisfação, porém, os bloquetos bancários para pagamento das mensalidades das duas adesões foram sempre enviados à sua residência pontualmente. Faz saber que meu irmão não ofereceu o pagamento desses bloquetos tendo em vista o descumprimento da promessa ofertada pelo Sr. Humberto.

8) Após muitos telefonemas, e desculpas infundadas por parte da Tedesco, foi feito um acordo, com uma segunda data para a entrega do bem, para o dia 17 de abril de 2003, pois o Sr. Humberto garantiu que haviam 4 (quatro) contemplações para este dia, porém, mais uma vez o acordo foi em vão, pois a promessa não foi cumprida pela Tedesco.
Tendo em vista o descumprimento contratual, o Meu irmão requereu à Tedesco:
a) a rescisão do contrato;
b)o cancelamento dos boletos de cobrança emitidos em favor do Autor, que não foram quitados, tendo em vista o não cumprimento do prometido; e
c) a devolução integral dos valores pagos nos dois contratos avençados entre as partes.

9) A Tedesco aceitou a rescisão contratual, porém alega que somente irá devolver os valores pagos ao final do grupo, ou seja, daqui a 200 meses.
Em relação aos 4 (quatro) bloquetos bancários de cobrança, que não foram pagos pelo meu irmão pelo motivo do descumprimento contratual, alegou a Tedesco, via telefone, que os mesmos encontram-se cancelados, já que não pôde cumprir com o acordo, porém não ofereceu nenhuma prova desse cancelamento, deixando o meu irmão inseguro, pois não há a mínima garantia que esses títulos não venham ser futuramente protestados e executados juridicamente.

10) Meu irmão sentiu-se lesado, ludibriado, já havia perdido o prazo para responder à proposta de trabalho na Empresa, pois, sem o caminhão não poderia ser contratado, mas mesmo assim, tinha a esperança de que a Tedesco, devolveria os valores pagos.
Porém, no final do mês de outubro de 2003, meu irmão, coincidentemente, viu em um noticiário de Televisão, mais especificamente, na Rede Record, uma reportagem sobre a Tedesco, de que a mesma estava dando o “golpe” em vários consumidores adquirentes de consórcio.
Depois dessa notícia meu irmão resolveu, então, procurar informações nos órgãos de defesa do consumidor para que pudesse encontrar meios de reaver o seu dinheiro.
Grande foi a sua surpresa, todos os órgãos de defesa do consumidor: Procon, Banco Central (órgão normatizador e fiscalizador do exercício da atividade de Administração de Grupos de Consórcios.), ABAC- Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio, o alertaram de que a Tedesco Administradora de Bens estava em 2º lugar na lista de reclamações feitas por consumidores, e que todos os casos eram análogos, possuindo, também, inúmeras ações em seu nome(mais de 100 somente na Capital/SP) e que, A TEDESCO ADMINISTRADORA DE BENS NÃO POSSUI AUTORIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL PARA CONSTITUIR GRUPOS DE CONSÓRCIO, e que a sua atuação sem a autorização do Banco Central constitui crime contra o Sistema Financeiro Nacional, bem como, descobriu também, que existem inúmeras reclamações nos meios de comunicação.

11) Diante da má fé da Tedesco e de todo o ato ilícito cometido pela mesma, meu irmão lavrou um Boletim de Ocorrência, natureza do crime: estelionato/averiguação na Delegacia de Polícia.
12) Diante dos fatos aludidos e das tentativas amigáveis para a solução do problema, resta claro que a Tedesco não devolverá os valores pagos pelo meu irmão, pois, desde o início, agiu com má fé, com o intuito de lesar o consumidor, abusando da sua boa fé, ignorância e da confiança depositada, pois meu irmão imaginava tratar-se de um consórcio idôneo, e que todo o procedimento encontrava-se amparado por lei e que a Tedesco cumpriria com as suas promessas.
Meu irmão sofreu prejuízo material e moral, bem como, sofre arduamente com a insegurança de ser futuramente executado judicialmente por valores que ele não deve.

POR ISSO LEITORES, TOMEM CUIDADO, ELES AINDA ESTÃO NA PRAÇA!!!
Sandra.

ÚsuarioResposta
Nilton de Arruda Campos
postado em domingo, 25 de fevereiro, 2007
Tambem fui lesado pela tedesco,perdi 7,000,00,entrei na justiça ganhei a causa,depois meu advogado soube que a tedesco entrou em falencia,e agora.
vilson fontanella
postado em domingo, 03 de junho, 2007

Sou mais um felizardo que entrou no conto do vigario pela Tesesco Consorcios localizada com escritorio em Canoas/RS que quando contatada prometeu liberaçao do dinheiro em trinta dia apos o deposito de 12000 reais.Findou o prazo e nada.Registrei ocorrencia policial e acionei a justiça e nada. Ate hoje estou esperando a devolução do dito dinheiro.Se alguem conseguir. peço, de coração, que faça contato comigo, pelo E-Mail; fontavil@hotmail.com.
Marcondes
postado em sexta-feira, 15 de junho, 2007
meu pai também foi lesado por esta empresa em 2003.
mauricio
postado em quarta-feira, 11 de julho, 2007
Desde novembro de 2005 tento recuperar meu dinheiro q a Tedesco n me devolveu apos mesmo ser sorteado na comtemplacao de uma casa nunca a recebi.Mesmo c processo judicial ate hoje espero o equivalente a 60 parcelas q ja tinha pago ,fora os danos morais! O surpreendente e q os orgaos publicos q servem p garantir a nossa justica n funcionam!!!!!!
luis fabiano pessoa rodrigues
postado em terça-feira, 24 de julho, 2007
a exemplo de todos os outros tbem sou vítima desta empresa ou destes falsarios.
No final do ano de 2002,ldepois de ver um anúncio de jornal,entrei em contato com uma pessoa de nome LUIS CARLOS,que me apontou varias possibilidades de adquirir me tão esperado caminhão.Crente no ele dizia,fui ao encontro dele e firmei contrato.Desde então jamais tive qualquer resposta além do prejuízo.corre ação judícial que não encontra nínguem que responda por ela.QUEM TIVER ÊXITO,ME COMUNIQUE.
Frederico Tavares
postado em domingo, 21 de outubro, 2007
O que aconteceu com o estelionatarista fabiano garcia Duarte paiva?
clemente ferreira lima
postado em sexta-feira, 23 de novembro, 2007
ola amigo eu tbm fui enganado pela vendedora na epoca e ja se faz 5 anos e eu perde meu contrato eu morava no rio o que eu devo fazer ?obrigado...
clemente ferreira lima
postado em sexta-feira, 23 de novembro, 2007
ola amigo eu tbm fui enganado pela vendedora na epoca e ja se faz 5 anos e eu perde meu contrato eu morava no rio o que eu devo fazer ?obrigado...
Peterson
postado em domingo, 25 de novembro, 2007
Senhores, tambem fui engnado, procurei o escritorio do Dep. Celso russomano e foi pior ainda, desde de 2003 não tenho resposta e acho que não tenho mais chance de reaver meu 3.500 reais.

Tomem cuidado com os dois!!!
Sirleia
postado em segunda-feira, 14 de janeiro, 2008
Sou mais uma pessoa lesada pelo Consórcio Nacional Tedesco, fui iludida com uma carta de crédito no valor de R$35.000,00. No ano de 2004, através de um anúcio de jornal, entrei em contado com uma empresa em BH, cujo nome, FINE REPRESENTAÇOES LTDA, que dizia ser representante do consórcio Tedesco. Ofereceu-me uma carta de crédito comtemplada, até hoje estou esperando por este dinheiro. Perdi R$ 2.200,00. Liguei para Tedesco em São Paulo e não obtive nenhuma resposta.Disseram-me que teria que aguardar 200 meses até o fechamento do grupo. Será que realmente receberei esse dinheiro?
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