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Forum > Direito Previdenciário > CONVERSÃO DE AUXILIO DOENÇA PARA AUXILIO DOENÇA ACIDENTÁRIO.
UsuárioDiscussão
Gerson
Postado em segunda-feira, 31 de outubro, 2005
CONVERSÃO DE AUXÍLIO- DOENÇA PARA
AUXÍLIO DOENÇA –ACIDENTÁRIO.
INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL. CAT – LER - DORT

1) RESPONSABILIDADE E COMPLEXIDA DA ATRIBUIÇÃO. IMPOSIÇÃO PELA EMPRESA MESMO NÃO TENDO ADQUIRIDO NENHUMA ORIENTAÇÃO OU CURSO PARA DESENVOLVER APTIDÃO PARA REALIZAR AS TAREFAS COM EMPILHADEIRA.
ACÚMULO DE FUNÇÕES E CARGOS. ADMINISTRAÇÃO DO ALMOXARIFADO E OPERADOR DE EMPILHADEIRA.
Houve redução no quadro de funcionários em vários setores.
Principalmente o setor de transporte interno sendo que possuem somente duas empilhadeiras; ficou definido por ordem do Gerente de Divisão que todo o setor que necessitasse de movimentação de materiais com o uso da empilhadeira seria de responsabilidade do setor envolvido a utilização da mesma, sendo que o encarregado do setor de transporte interno assumiu uma empilhadeira e o setor do almoxarifado a outra empilhadeira, esta ficava estacionada embaixo da marquise em frente á doca do setor de recebimento de cargas do almoxarifado.
Conforme orientação do gerente do setor de programação e controle da produção, o qual o almoxarifado é subordinado, ficou estabelecido que seria de minha responsabilidade o manuseio da empilhadeira para todo e qualquer serviço do almoxarifado, tais como transporte, carga e descarga de materiais do almoxarifado. Também a troca do botijão de gás quando faltar.

2) RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL.
Art.159 (Cód. Civil)
Art.132 (Cód Penal)
Não possuo habilitação para dirigir e transitava na empresa e em via pública.

3) OPERADOR DE EMPILHADEIRA.
Operação da empilhadeira era diário a qualquer hora, para transporte e descarga de caminhões, materiais como caixas de motores vinham avulsos com a média de peso até 200kg, era necessário o uso da força manual para colocá-los nos estrados para que a empilhadeira pudesse transportar até a doca do almoxarifado, unidades de refrigeração, ferro fundido, transportadores de cavacos com dimensões fora de padrão, medindo em média 6,00m de largura por 4,00m de profundidade e altura até 4,00m, chapas de ferro com dimensões variadas de peso e tamanho, chapas finas eram descarregadas na prateleira do setor de solda (calderaria) individualmente.
4) ALMOXARIFADO DE MATÉRIA PRIMA.
No almoxarifado de matéria prima o Almoxarife fez o curso de operador de empilhadeira, por que era obrigatório, mas não a utilizava por não ter habilidade com a mesma, podendo ser comprovado com o mesmo fazendo um teste , ficava sob a minha responsabilidade também o trabalho deste setor, existia no setor de recebimento de matéria prima uma talha (guincho) pequena, para uso restrito ao abastecimento das máquinas de serrar o aço, não poderia fazer uso para descarga por não ter mobilidade para este fim. Aços em barra, tubos de aço, necessitava de habilidade e força manual para rolar do caminhão até as lanças da empilhadeira, tendo que ter cuidado ao transportar por serem de dimensões variadas em tamanho sendo até 6,00m de comprimento e 0,50cm de diâmetro. A empilhadeira era colocada em frente á prateleira de recebimento provisório, até a liberação do certificado de qualidade do material, para seguir processo de corte, era retirado barra por barra manualmente para colocar nos nichos específicos para conferencia e após liberação pelo controle de qualidade. Transportava tambores de 200 litros de querosene, thinner e de óleos diversos, para transportá-los principalmente os tambores que eram reaproveitados para compra de querosene que vinham em pé no caminhão tinha que fazer uso da força para baixá-los manualmente até as lanças, também transportava em via pública do posto de gasolina até a empresa com a empilhadeira. Estes tambores eram colocados em pé manualmente para não vazarem.

5) ALMOXARIFADO CENTRAL.
Na descarga de caminhões era adotada sempre a marcha a ré para chegar até a doca do recebimento do almoxarifado, porque a maioria das mercadorias não deixava a visão liberada para olhar para frente e na rampa era obrigado a descer por esta ser em declive, haveria o risco de acidente, as mercadorias deslizariam para frente tombando.

6) ALMOXARIFADO DE CHAPAS DE AÇO E PEÇAS DE AÇO FUNDIDAS E PEÇAS DE GRANDES DIMENSÕES.
Portanto depois do acidente acontecido no almoxarifado de peças em chapas de aço e fundidos; foi destruída a parede de tijolos com manobras da parte traseira da empilhadeira por ter visão inadequada e o espaço ser reduzido de estocagem de materiais, e no setor de usinagem leve, ter caído com a parte traseira da empilhadeira no canal de cabos de força, estes são cobertos com madeiras da maquina de usinagem, não tive lesões, houve um convite obrigatório de todos as pessoas que utilizavam a empilhadeira para participar de um curso de operador de empilhadeira na empresa, no período de 24/08/1998 a 01/09/1998, das 16:00 horas ás 19:00 horas. Realizado pelo senai de Gravataí com noções teóricas e práticas. Conforme cópia do certificado concluso em 01/09/1998, com duração de 20 horas. Houve o acréscimo do Funcionário do Almoxarifado de Matéria Prima, para que tivesse dois operadores no setor do almoxarifado. Era sobrecarga para uma pessoa só, no setor do almoxarifado além da administração sob minha responsabilidade.

PODERÁ SER RECONHECIDA COMO DOENÇA PROFISSIONAL?
Diariamente com movimentos repetitivos da coluna cervical, coluna dorsal e lombar .
Levantamento de peso prejudicando a coluna.
Em se tratando de lesão por esforço repetitivo (LER) notoriamente DOENÇA PROFISSIONAL DE AQUISIÇÃO PROGRESSIVA, cuja presença poderá ser constatada a partir dos laudos médicos conforme descritos abaixo:

Centro Médico.
Laudo, Data 16/09/1997.
Coluna Cervical ( 3 inc.)
Retificação da lordose cervical fisiológica.
Manifestações de discopatia degenerativa em C5-C6, inclusive osteoartrose unco-vertebral.
Não há outra evidência de anormalidade significativa.
Coluna lombo sacra (4 inc.)
Retificação da lordose lombar fisiológica.
Nódulo de Schmorl em L2. Provável pequena redução da altura do espaço intervertebral L1-L2 por discopatia degenerativa.
Não se observa outra alteração.

Centro Médico.
Laudo, Data 27/11/2001,
Coluna Cervical.
Retificação da lordose cervical anatômica.
Redução das alturas dos espaços intervertebrais de C5-C6 e C6-C7.
Não há outra evidência de alteração.
Coluna Lombo sacra.
Pequeno osteófito em L4 e L5.
Não há outra evidência de alteração.

Casa de Saúde Ortosinos.
Laudo, Data 06/10/2003.
Coluna Cervical.
Discopatia em C5-C6.
Coluna Lombar.
Reações hipertróficas ósseas marginais na coluna lombar ( incipientes).
Tomoclínica.
Laudo em, Data 16/12/2004.
Ressonância Magnética da Coluna Cervical.
Ressonância Magnética realizada nos planos axial e sagital, nas seqüências ponderadas em T1 e T2, sem supressão de gordura, permitindo referir os seguintes aspectos:
Perda da hiperintensidade de sinal de todos os discos intervertebrais da coluna cervical, relacionada com discopatias degenerativas e/ou desidratação.
Pequenas barras disco osteófitarias posteriores difusas de C3-C4 até C7-T1, comprimindo levemente a face anterior do saco dural, com leve redução da coluna liquórica anterior, mais acentuada ao nível de C4-c5 e C5-C6, tocando levemente a face anterior da medula cervical, mas sem alterar a espessura e a intensidade de sinal da mesma.
Demais porções de corpos vertebrais, laminas, pedículos e articulações interapofisárias sem particularidades.
Osso cortical e medular restante com intensidade de sinal usual.
Não se observam outras alterações significativas.

Policlínica Central.
Laudo, Data 04/10/2005.
Radiografia da Coluna Dorsal.
Ligeira escoliose dorsal levo-convexa.
Corpos vertebrais, pedículos e articulações interapofisarias sem evidência.
Radiografia da Coluna Cervical.
Com Oblíquas.
Discopatia degenerativa importante em C5-C6 (Estreitamento do espaço intersomático, esclerose óssea subcondral e osteófitos marginais).
Pequenos osteófitos anteriores em C4, C6 e C7.
Uncoartrose bilateral importante em C5-C6, com proeminência nos respectivos buracos de conjugação.
E laudo de saúde ocupacional realizado em 15/12/1999 na empresa pelo médico do trabalho. Constam riscos ocupacionais presentes:
Físicos - Ruídos;
Químicos - Óleos;
Ergonômicos / Outros - Movimento repetitivo.
Tratamento atualmente com MIOSAN 10mg.
Em Outubro de 2005.
A fisioterapia foi interrompida porque o médico solicitou uma ressonância magnética pelo agravamento constatado no RX em 04/10/2005.
O próprio médico do trabalho tinha conhecimento da discopatia degenerativa
da coluna cervical e coluna lombar, receitava injeções para alivio da dor e indicava fisioterapia, eram constantes os torcicolos e rigidez dos músculos motivados pela repetição dos movimentos e muitas vezes bruscos. Outrossim, foi comentado com colegas, que já percebiam que tinha problemas de saúde na coluna desde o inicio de 1997, sendo fato comentado com o gerente do setor, e seus colegas na empresa. Mesmo tendo seguidamente torcicolos e formigamentos nos braços e perda de força momentânea, não impedia de exercer suas atividades normalmente, somente com agravo de crises, tais como rigidez e torcicolos. Era encaminhado para repouso com atestado médico e tratamento com medicamentos e encaminhado para fisioterapia. Tornava-se mais intenso quando ficava nervoso devido ao stress no trabalho compromisso de assumir duas funções distintas e todas as responsabilidades perante a cobrança e rapidez solicitada por parte dos superiores da empresa.
Sintomas hoje atualmente também sentidos, dormência (formigamentos) nos membros inferiores. Com agravamento do efeito colateral causado pelos medicamentos, adquiriu doenças conforme laudos descritos abaixo:
Serclin.
Data 20/12/2004.
Laudo de Endoscopia Digestiva.
ESÔFAGO.
Calibre, mucosa e vascularização normais.
A linha Z localiza-se no pinçamento diafragmático em posição anatômica.
ESTÔMAGO.
Manobra de retrovisão em “u” com hiato fechado e cárdia competente.
Presença de enantema difuso no fundo, corpo e antro.
Distensibilidade e contratilidade normais em todos segmentos examinados.
Piloro circular e pérvio..
DUODENO.
Bulbo e segunda porção duodenal encontram-se normais.
COCLUSÃO.
Pangastrite Endoscópica Enantematosa Leve.
-NOTA. Realizada pesquisa de helicobacter pylori através do teste da uréase (Gastroteste) em biópsia de antro que resultou NEGATIVA.

Policlínica Central.
Laudo, Data 17/08/2005.
LAUDO DO EXAME ENDOSCÓPICO.
ESOFAGO.
No terço distal observam-se duas erosões lineares não confluentes menores que 5mm.
Linha Z ao nível do Pinçamento Diafrágmatico.
ESTOMAGO.
Mucosas da região do Fundo e Corpo de aspectos normais em toda a sua extensão.
LAGO MUCOSO CLARO E HIALINO.
Mucosa antral apresentando aspecto enantematoso difuso.
Coletada biópsia para pesquisa de H. Pylori (urease).
Piloro simétrico e permeável.
Cárdia levemente alargada a retrovisão.
DUODENO.
Bulbo e segunda porção duodenal sem alterações.
CONCLUSÃO.
Esofagite grau A (Los Angeles).
Gastrite endoscópica enantematosa moderada de antro.
Pesquisa de H. Pylori Negativa.
Tratamento atual com LANSOPRAZOL 30mg e BROMOPRIDA 10mg.

Em junho de 2001.
Quando ocorreu uma discussão violenta com um colega de trabalho ocorreu uma crise que fiquei com as mãos tremulas os nervos tensos, a nuca endureceu, fiquei descontrolado cheguei a ficar violento passando para a agressão física, mas não aconteceu porque o colega correu e eu corri atrás dele não conseguindo alcançá-lo, meu chefe tomou conhecimento e informei que procuraria um médico imediatamente, um psiquiatra para tratamento para depressão e stress profissional, eu era muito cobrado nas atividades, a discopatia degenerativa na coluna cervical e tinha muita dor de cabeça provocava crises nos nervos ,tive que procurar um psiquiatra porque entrei em depressão profunda, as mãos ficavam tremulas e a respiração ofegante as crises tinha como efeito o descontrole emocional até passando a ficar violento nas atitudes querendo partir para a violência com colegas e com a família provocando rigidez dos músculos do pescoço atingindo meus braços e na perna direita provocando dormência e formigamento. Todos os dias quando levanto da cama meus músculos do pescoço estão duros com torcicolos e os braços com dormência e com formigamentos a dor e a rigidez não cessa nem com os remédios, somente tenho alivio com a fisioterapia.
Estou em auxilio doença, com depressão e stress profissional ,estou em tratamento psiquiátrico por problemas de depressão e dos nervos, tentei deixar de tomar os remédios voltei a ter crises, tive que continuar e troquei de medicação, com o tempo adquiri doença no estomago devido a reações medicamentosas, faço tratamento para a Pangastrite e esofagite.

TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO.
Desde 12 de junho de 2001.
O médico do convênio do plano de saúde atestou em 12/06/2001 CID.10 F32. Afastou-me por prazo indeterminado, após passou para CID.10 F32.3.
Atualmente faço tratamento com CARBULITIUM 300mg, TRYPTANOL 75mg, e MELLERIL 100mg.

PERÍCIAS MÉDICAS.
Vinha fazendo perícia médica no INSS e nos postos credenciados de dois em dois meses desde junho de 2001, na última perícia médica no INSS, o perito informou no laudo: De acordo com o exame médico-pericial ao qual submeteu-se em 08/09/2005, ficou constatado que permanece a incapacidade laborativa. Informamos que foi sugerido o benefício com prazo de dois anos para nova avaliação médica, cuja concessão depende de análise e homologação superior.

Desculpe não fiz a pergunta a qual tenho dúvida.
Posso solicitar a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) para o médico da empresa para trocar o auxilio doença para auxilio doença acidentário. O médico que me deu atestado de afastamento não forneceu a CAT para entrar no INSS com o auxilio doença acidentário (LER) ou (DORT). Não tenho estabilidade no emprego. Caso ele negue como procedo? Para quem posso solicitar a (CAT). Entro com ação contra o Médico da Empresa ou contra a Empresa ou contra o INSS? O processo é da área da justiça do trabalho, do INSS ou Juizado Especial Federal? O meu beneficio foi dado somente pelo problema dos nervos CID.10 F31.5, devido ao encaminhamento com atestado para afastamento do trabalho pelo psiquiatra por tempo indeterminado por CID.10 F32, após com o aumento de crises passou para CID.10 F32.3, e atualmente é CID.10 F31.5, mas continuo com fisioterapia para a coluna cervical e dorsal e o tratamento psiquiátrico, continuo no auxilio doença, o perito do INSS me deu mais dois anos de beneficio até 08/09/2007. Obrigado antecipadamente pelas orientações a que venho receber.Gelson.


ÚsuarioResposta
Aldo
postado em sexta-feira, 16 de maio, 2008


sou portador de cardiopatia esquemica severa, e Obesidade Mórbida, meu atesdado medico diz incapacidade laborativa permanente , recebo auxilio doença há 3 anos podera o INSS cortar meu beneficio


Aldo
NEREU DE OLIVEIRA FONSECA
postado em sábado, 31 de maio, 2008
sou motorista, tenho 58 anos e estou com problema de coluna cervical c3, c4, c5, c6 e ja estou a um ano e meio no auxilio doença pela prevedencia social. só que quando comecei a receber da previdencia eu estava desempregado.
E os meus medicos disceram que tenho que fazer uma cirurgia da coluna cervicar. Mas eu ja passei por uma cirurgia na quarta vertebra a 14 anos atraz e agora estou com receio de fazer essa mais uma, a outra foi tudo bem porem eu estava bem fisicamente e era mais jovem. Minha pergunta é sera que posso pedir minha aposentadoria? pago aprevidencia a 25 anos
Obrigado.
Ricardo Goulart
postado em sábado, 07 de junho, 2008
Voce deve procurar a NUSAT, aqui no Rio é o núcleo de saúde do trabalhador, vc vai falar do seu problemas, e se for constatado este núcleo emite a CAT para vc dar entrada junto ao INSS. procure saber aí no seu estado. vc vai gostar.
katia Alcantara
postado em quinta-feira, 12 de junho, 2008
gostaria de saber qd. o funcionário de operador de maquinas agricola pode causar a doença esteófitos marginas ? Quanto tempo exercendo a função pode vir a ter esta doença?favor me informar o mais rapido possivel? Desde ja grata!
katia
isaque anderson b. de souza
postado em quarta-feira, 02 de julho, 2008
estou de auxilio doença gostaria de saber se otempo que estou afastado a empreça pode me cobrar os meses que pagou o plano de saude do meu filho ou nao obrigado.
Eduardo Vidal
postado em sábado, 16 de agosto, 2008
Olá boa noite! Sofro muito com as dores lombares... tenho 35 anos e fiquei afastado pelo INSS por um período de 3 anos, quando passei por uma junta médica composta por médicos não especializados na minha patologia. tenho todos os exames e laudos que comprovam a minha incapacidade laborativa, em meus anexos conta o lauda da ressonância magnética da coluna lombar, com os seguintes comentários: Corpos vertebrais preservada, notando-se incipientes osteófitos marginais, discretas alterações degenerativas nos platôs vertebrais apostos em L2/L3, leve redução da amplitude dos forames neurais de L2/L3 à L4/l5, Desitratação dos discos intervertebrais de L2/l3 e parcial de L3/L4 e L4/l5, Abaulamentos discais difusos em L2/L3 à L4/L5 ocasionando endentação na face ventral do saco dural. Agrupamento das raizes nervosas de cauda equina à nível de L2/l3 e L3/L4, dicopatia degenerativa em L2/L3 e incipiente em L3/L4 e L4/L5. Eles poderiam realmente cortar o meu benefício? com todo esse problema crônico precoce? tenho direito a aposentadoria por invalidez? cansado de recorrer ao recurso tomei a iniciativa judicial perante a vara federal, com umperito especializado e determinado pelo juiz, onde ocorrerá em setembro de 2008, em pesquizas realizadas sobre o meu caso, me garante que tenho o direito de protestar, e que o caso realmente é de aposentadoria, pois estas patologias não escolhem idade, realmente os médicos que definem por conta própria que a idade para que isso ocorra é de aproximadamente depois dos 60 anos, hora não pedi para estar com está molestia apenas sofro muito por não ser util mais aos trabalhos laborativos então o que definir? será que serei vítima de uma opinião divergente só por causa da minha idade, ou será que agirão na questão ética profissional, que o corpo não é uma máquina ele produz resultados que que te faz apertar o botão de emergência...Por favor me ajudem!
Valdice silva Galvão de Jesus
postado em sábado, 16 de agosto, 2008
Boa Tarde
Amigo pode dar essa informaçao estou com resultado do RX da coluna Dorso-lombar com presença de pequenos osteófitos marginais as corpos vertebrais analisados. com esse diagnostico tem como fazer uma cirurgia da mama ,pós tenho mamas grandes e coluna sempre apresenta dores fortes ,será que esse diagnostico uma pericia da asistencia médica aprovarar?
Gostaria de me ajudar na informação.
Sara Aparecida Jorge
postado em domingo, 14 de setembro, 2008
Gostaria que vocês me ajudassem, pois faço tratamento para a depressão que adquiri no meu serviço como funcionaria publica a 11 anos, e em decorrencia disso pedi a conta, pois hoje me acho impossibilitada para qualquer trabalho. Pedi o auxilio doença a três anos mais nada foi me concedido, gostaria de ajuda. Meu medico me disse que sofro de transtorno bipolar.
maria celia bonfim barbosa
postado em quarta-feira, 29 de outubro, 2008
trabalho como ze ladoura e fiz raio x e deu artrose com pinçamento entre c6-c7. posso pedir afastamemto? desde ja agradeco obrigado...
maria celia bonfim barbosa
postado em quarta-feira, 29 de outubro, 2008
trabalho como ze ladoura e fiz raio x e deu artrose com pinçamento entre c6-c7. posso pedir afastamemto? desde ja agradeco obrigado...
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