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Forum > Direito Previdenciário > TRT - INSS - AUXILIO DOENÇA - CID10.F43
UsuárioDiscussão
Alexandre Fernandes de Moura
Postado em sábado, 10 de julho, 2010
Meu filho tem uma situação muito complicada, ele trabalhou nos Correios... de 2004 a 2008...trabalhando como carteiro concursado... porém... por motivos trocas constantes de distritos ocorridos... em agosto de 2007 começou a ter insônia que durava 3 dias... apartir desse mês fez consultas psiquiatricas... passou a tomar remédios apartir desse mês AGO 2007 ... tudo comprovado em papéis... a doença além da insônia existia perda de memória... objetos.. não saber onde se encontra... simplesmente a pisiquiatra não fez laudo algum na época...e ainda prescreveu RISPERIDONA 2mg e RIVOTRIL 2mg liberando-o para o trabalho... simplesmente dopado... só hoje sabemos a VERDADE de tudo o que ocorreu.... com tantos problemas meu filho pediu demissão sem avisar a familia em março de 2008. APARTIR DAÍ .... TEMOS UM GRANDE PROBLEMA.... o caso foi parar no TRT 19ª vara de Porto Alegre... audiências ocorridas somente em 2009... porque o sindicado dos CORREIOS simplesmente encaminhou as documentações contendo os problemas para um predio de Porto Alegre que alegou aver uma audiência ainda em Setembro de 2008 o que não ocorreu... a verdade é que o sindicato tem ligações com pessoas que atuam na área juridica... eles estavam trancando a documentação... um advogado ajudou no processo descobrindo tudo... e a primeira audiência ocorreu em NOV 2009.... meu filho mantém tratamento desde 2007... perdeu a condição de asegurado.... terá que pagar o GPS... segundo informações... o laudo da clínica que faz o tratamento grautito hoje aponta CID10 F43.1. por atividade laborativa... a pergunta é.... quanto devo pagar? Sabemos que ningúem da família sabia de leis de previdência na época... mas o problema ainda existe... e temos papéis ... que confirmam tudo isso... alguns afirmam que o pagamento do GPS teria que ser R$120,00 4x... aí então fazer uma nova perícia com novo laudo.... mas o que fazer agora... ja passados 2 anos.... mesmo tendo toda a documentação... e sabendo que meu filho hoje ainda toma RISPERIDONA 2 mg e RIVOTRIL 2mg com laudo CID10.F43.1.... que trata da questão pós traumática por atividade laborativa (trabalho) segundo o psiquiatra.
E outra pergunta... como meu filho poderá trabalhar dopado com essas medicações e ainda dependendo de acompanhamento médico?

ÚsuarioResposta
Walter Gandi Delogo
postado em segunda-feira, 12 de julho, 2010
Prezado Valter:
Se seu filho se encontra afastado do trabalho desde março/2008, quando já se encontrava em tratamento psiquiátrico, em uso de medicamentos, tendo inclusive ingressado com ação na Justiça do Trabalho contra a empregadora para anular o pedido de demissão por essa razão (tratamento psiquiátrico), uma vez comprovado o início da doença e início da incapacidade nessa época pela Perícia Médica do INSS, não será caracterizada perda da qualidade de segurado.
Faça um requerimento de auxílio-doença para o seu filho junto ao INSS e leve para o exame médico-pericial a ser marcado para comprovação da incapacidade para o trabalho e data do início da incapacidade (DII), cópias de todos os comprovantes de tratamento do mesmo, tais como: receitas médicas, cópias de laudos de exame psiquiátrico e de exames de laboratório, cópias de guias de internação e de alta hospitalar, etc., inclusive cópia da inicial da reclamação trabalhista pedindo a anulação da dispensa pelo mesmo nos Correios, a fim de subsidiar a conclusão do exame médico-pericial.
Uma vez comprovado pela perícia médica que o início da doença e da incapacidade laborativa ocorreu quando o seu filho ainda trabalhava ou até a data em que o mesmo perdeu ordinariamente a qualidade de segurado (12 ou 24 meses após a baixa na CTPS), o mesmo terá direito ao benefício de auxílio-doença, uma vez que nesse caso não fica caracterizada a perda da qualidade de segurado.
Atenciosamente,

Dr. Walter.
Walter Gandi Delogo
postado em segunda-feira, 12 de julho, 2010
Prezado Valter:
Quero acrescentar ao meu ponto de vista anterior que não dando certo o procedimento indicado (requerimento de auxílio-doença com prova de DII e DID), aí sim, poderá o seu filho ser inscrito no INSS como segurado facultativo, recolhendo contribuição de 20% sobre o salário declarado (2, 3 ou 4 salários-mínimos) durante 4 (quatro) meses, que corresponde a 1/3 da carência necessária para o benefício de auxílio-doença, uma vez que anteriormente à perda da qualidade de segurado já cumpriu a carência exigida, para o fim de pleitear junto à Justiça Federal a concessão do citado benefício.
Atenciosamente,

Dr. Walter.
marilene dos santos
postado em sábado, 28 de agosto, 2010
sou portadora de granuloma anulares. gigante gostaria de saber quais são os meu direitos, pois trabalho e estou em depressão devido ao granuloma. gostaria de saber se esta doença que leva o cid 10 pode se aposentar ou ser afastada do serviço;.
marilene dos santos
postado em sábado, 28 de agosto, 2010
sou portadora de granuloma anulares. gigante gostaria de saber quais são os meu direitos, pois trabalho e estou em depressão devido ao granuloma. gostaria de saber se esta doença que leva o cid 10 pode se aposentar ou ser afastada do serviço;.
marilene dos santos
postado em sábado, 28 de agosto, 2010
sou portadora de granuloma anulares. gigante gostaria de saber quais são os meu direitos, pois trabalho e estou em depressão devido ao granuloma. gostaria de saber se esta doença que leva o cid 10 pode se aposentar ou ser afastada do serviço;.
andreia
postado em quinta-feira, 31 de março, 2011
oi meu es marido esta afastado por auxilio doença a mais de tres anos,nesse periodo nao recebe nada do beneficio.tenho tres filhos com ele,mas ele nao pode trabalhar devido a doença que tem,queria saber como faço pra requerer o dinheiro dos meus filhos,estou passando por serias dificuldades e meu es marido nao tem como me ajudar pois nao recebe nada do inss.e nem da empresa o que eu faço?
mauro
postado em sábado, 23 de julho, 2011
gostaria de saber si portador de glanuloma anular tem direito a aposentadoria sou autonomo